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Sarampo volta a preocupar e vacinação é reforçada no Brasil

O sarampo, uma das doenças infecciosas mais conhecidas da infância, volta a exigir atenção no Brasil. Apesar dos avanços alcançados com a vacinação, a queda nas coberturas vacinais e a possibilidade de entrada de casos importados mantêm o risco de novos surtos.

Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde a certificação de eliminação da circulação do vírus do sarampo. Naquele ano e em 2017, não foram registrados casos confirmados da doença.

O cenário mudou em 2018, quando o vírus foi reintroduzido no país, principalmente em um contexto de fluxo migratório e redução das coberturas vacinais. Com parte da população sem proteção, o sarampo voltou a se espalhar rapidamente. Em 2019, o Brasil perdeu a certificação de país livre do sarampo.

Após uma importante redução dos casos e o fortalecimento das ações de vacinação e vigilância, o Brasil voltou a ser reconhecido, em 2024, como livre da transmissão endêmica do sarampo.

Mesmo com esse avanço, a doença continua representando uma ameaça. Em 2025, foram confirmados 38 casos de sarampo no país, reforçando a necessidade de manter a vigilância e a vacinação em dia.

A principal forma de prevenção continua sendo a vacina. Por isso, a orientação é que a população confira a caderneta de vacinação e procure uma unidade de saúde caso tenha dúvidas sobre as doses necessárias.

O sarampo é uma doença altamente contagiosa, e a manutenção de altas coberturas vacinais é fundamental para evitar a reintrodução e a circulação do vírus no Brasil.

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