Expansão eleva para 15 o número de leitos de UTI adulto e amplia a oferta de atendimento de alta complexidade no Extremo Oeste de Santa Catarina
O Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, de São Miguel do Oeste, iniciou na segunda-feira (10) a operação de cinco novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto. Com a ampliação, a instituição, administrada pelo Instituto Santé, passa a contar com 15 leitos de UTI, aumentando a capacidade de atendimento aos pacientes que necessitam de cuidados intensivos no Extremo Oeste catarinense.
Na manhã desta terça-feira (11), a unidade registrava 73% de ocupação, com 11 dos 15 leitos em uso.
Para colocar os novos leitos em funcionamento, o hospital também reforçou a equipe de profissionais. Foram contratados 20 novos colaboradores, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas. O reforço segue as necessidades do setor e as normas regulamentadoras para o funcionamento de unidades de terapia intensiva.
Investimentos
A obra física de ampliação foi concluída no início de julho e recebeu um investimento de aproximadamente R$ 1 milhão. Os recursos contemplaram intervenções na UTI, no centro cirúrgico e na Central de Material e Esterilização.
Os trabalhos foram realizados por uma empresa terceirizada, com apoio das equipes de manutenção e engenharia do próprio hospital.
Além da estrutura física, foram investidos outros R$ 580 mil na aquisição de equipamentos destinados aos novos leitos. Entre os itens estão camas hospitalares, monitores, ventiladores pulmonares e estativas de teto.
Segundo o diretor-geral do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, Rodrigo Lopes, a ampliação busca atender ao crescimento da demanda por leitos de terapia intensiva na região e também em outras áreas do estado.
Os cinco novos leitos passam a integrar a rede estadual de atendimento, ampliando a capacidade de assistência hospitalar de alta complexidade no Extremo Oeste de Santa Catarina.
A expansão representa um reforço importante para a estrutura de saúde regional, oferecendo maior capacidade para receber pacientes em estado grave e que necessitam de acompanhamento intensivo.

