A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,4% no trimestre encerrado em junho de 2026, atingindo o menor patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O índice representa uma queda em relação ao trimestre anterior, quando a taxa era de 6,1%, e confirma o fortalecimento do mercado de trabalho brasileiro ao longo dos últimos meses.
De acordo com o levantamento, o país alcançou um novo recorde de pessoas ocupadas, com 103,1 milhões de trabalhadores, enquanto o número de desempregados recuou para cerca de 5,9 milhões de pessoas.
Outro indicador positivo foi o rendimento médio real dos trabalhadores, que chegou a R$ 3.738, registrando crescimento na comparação com o mesmo período do ano passado. A massa de rendimentos também atingiu um novo recorde, refletindo o aumento da ocupação e da renda dos brasileiros.
Segundo o IBGE, o desempenho foi impulsionado principalmente pela expansão do emprego nos setores de serviços, comércio, transporte e educação, que seguem liderando a geração de vagas no país.
Apesar do cenário favorável, analistas econômicos destacam que fatores como a manutenção dos juros em patamares elevados podem influenciar o ritmo de crescimento da economia e da criação de empregos nos próximos meses.
A divulgação reforça a tendência de recuperação do mercado de trabalho brasileiro, com mais pessoas empregadas, aumento da renda e redução contínua do desemprego.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

