{"id":9420,"date":"2025-01-28T09:47:05","date_gmt":"2025-01-28T12:47:05","guid":{"rendered":"https:\/\/nossaradio.net.br\/104\/?p=9420"},"modified":"2025-01-28T09:47:05","modified_gmt":"2025-01-28T12:47:05","slug":"santa-catarina-espera-colher-22-milhoes-de-toneladas-de-milho-na-safra-2024-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nossaradio.net.br\/104\/santa-catarina-espera-colher-22-milhoes-de-toneladas-de-milho-na-safra-2024-2025\/","title":{"rendered":"Santa Catarina espera colher 2,2 milh\u00f5es de toneladas de milho na safra 2024\/2025."},"content":{"rendered":"\n<p>A \u00e1rea de cultivo do milho em SC diminuiu 11,3%, mas a produtividade aumentou 25% em compara\u00e7\u00e3o com a safra passada.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o aumento de 25% na produtividade m\u00e9dia do milho para a primeira safra (2024\/25), Santa Catarina tem a expectativa de colher mais de 2,2 milh\u00f5es de toneladas do gr\u00e3o, mais de 300 mil toneladas que ano passado. As condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, com chuvas regulares at\u00e9 dezembro de 2024, foram favor\u00e1veis ao desenvolvimento das plantas e express\u00e3o do potencial produtivo, apesar da \u00e1rea de cultivo ter diminu\u00eddo 11,3% em compara\u00e7\u00e3o com a safra passada.&nbsp; Este \u00e9 o melhor desempenho das lavouras nos \u00faltimos quatro anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados est\u00e3o no Boletim Agropecu\u00e1rio de janeiro, que pode ser acessado no site do Observat\u00f3rio Agro Catarinense, da&nbsp;<a href=\"https:\/\/publicacoes.epagri.sc.gov.br\/ba\/article\/view\/1971\/1780\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Epagri<\/strong><\/a>&nbsp;e da Secretaria de Agricultura e Pecu\u00e1ria (SAR). Este documento \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o mensal da Epagri\/Cepa que apresenta os dados atualizados do acompanhamento das safras e do mercado dos principais produtos agropecu\u00e1rios catarinenses. Confira mais detalhes.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-arroz\"><strong>Arroz<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O ano de 2024 foi marcado por fortes oscila\u00e7\u00f5es dos pre\u00e7os do arroz em casca. O pre\u00e7o mais alto foi o de janeiro, ultrapassando a casa dos R$120,00\/sc de 50 kg, e o pre\u00e7o mais baixo foi o de dezembro, atingindo pouco mais de R$96,00\/sc de 50 kg.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2024 Santa Catarina exportou o equivalente a US$3,837 milh\u00f5es, valor que significa uma queda pr\u00f3xima de 61% em rela\u00e7\u00e3o ao valor exportado em 2023. O valor das importa\u00e7\u00f5es de 2024 foi 19,56% maior do que o de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>O plantio da safra catarinense 2024\/25 est\u00e1 encerrado, com \u00e1rea de 145,3 mil hectares e produ\u00e7\u00e3o esperada de 1,269 milh\u00e3o de toneladas. Com praticamente a mesma \u00e1rea plantada, espera-se esta produ\u00e7\u00e3o 9,52% maior que a da safra passada, marcada por adversidades clim\u00e1ticas, que resultaram em problemas como doen\u00e7as, pragas e baixo desempenho produtivo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-feijao\"><strong>Feij\u00e3o<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>No m\u00eas de dezembro, o pre\u00e7o m\u00e9dio recebido pelos produtores catarinenses de feij\u00e3o-carioca teve uma varia\u00e7\u00e3o mensal negativa de 9,10%. Para o feij\u00e3o-preto, o pre\u00e7o m\u00e9dio recebido pelos produtores tamb\u00e9m reduziu, varia\u00e7\u00e3o negativa de 14,13%. Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2023, o pre\u00e7o m\u00e9dio da saca de feij\u00e3o-preto est\u00e1 29,78% mais baixo. Para o feij\u00e3o-carioca foi registrada uma redu\u00e7\u00e3o de 34,71% na varia\u00e7\u00e3o anual.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a 1\u00aa safra 2024\/25 catarinense de feij\u00e3o, as estimativas atuais revelam um crescimento na \u00e1rea plantada de aproximadamente 7,50%. A produtividade m\u00e9dia esperada tamb\u00e9m dever\u00e1 crescer, chegando a 1.920kg\/ha, um aumento de 11,11%. Com crescimento da \u00e1rea plantada e da produtividade m\u00e9dia, espera-se um aumento de 19,45% na produ\u00e7\u00e3o, representando um volume colhido de aproximadamente 57,3 mil toneladas de feij\u00e3o 1\u00aa safra. Desse total, aproximadamente 41 mil toneladas dever\u00e3o ser do tipo feij\u00e3o-preto, e 16 mil toneladas do tipo feij\u00e3o-carioca.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-trigo\"><strong>Trigo<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>No m\u00eas de dezembro, o pre\u00e7o m\u00e9dio recebido pelos produtores catarinenses de trigo sofreu nova redu\u00e7\u00e3o: varia\u00e7\u00e3o negativa de 1,71%. Na varia\u00e7\u00e3o anual, em termos reais, os n\u00fameros ainda s\u00e3o positivos, com uma alta de 5,51%. De acordo com o monitoramento da safra de trigo realizado pelo Epagri\/Cepa, no m\u00eas de dezembro, a \u00e1rea plantada estimada \u00e9 de pouco mais de 123 mil hectares, redu\u00e7\u00e3o de 10% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra passada.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento, a expectativa \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o estadual dever\u00e1 crescer 38%, chegando a 426 mil toneladas. Nessa safra, houve uma boa recupera\u00e7\u00e3o na produtividade m\u00e9dia estadual, que est\u00e1 em 3.452kg\/ha, contra 2.237kg\/ha, obtidos na safra 2023, portanto, um incremento de 54%.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-milho\"><strong>Milho<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O ano de 2024 foi marcado por pre\u00e7os pressionados e inferiores aos praticados nos anos anteriores . O pre\u00e7o mais alto foi em novembro ultrapassando a casa dos R$69,00\/sc de 60 kg, e o pre\u00e7o mais baixo foi o de fevereiro, atingindo pouco mais de R$69,00\/sc. Em dezembro, o pre\u00e7o m\u00e9dio mensal pago ao produtor em Santa Catarina apresentou queda nas cota\u00e7\u00f5es, de 1,79% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Nos primeiros 20 dias de janeiro de 2025 a cota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia estadual manteve um indicativo de retra\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os, embora pequena. Os pre\u00e7os internos no Brasil divergem do mercado internacional em janeiro, que indica pre\u00e7os futuros em eleva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-soja\"><strong>Soja<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O ano de 2024 foi marcado por pre\u00e7os pressionados, sendo o menor dos \u00faltimos cinco anos. O pre\u00e7o mais alto foi em junho, ultrapassando a casa dos R$135,00\/sc de 60 kg, e o pre\u00e7o mais baixo foi o de fevereiro, atingindo pouco mais de R$117,00\/sc..No m\u00eas de dezembro de 2024, as cota\u00e7\u00f5es da soja no mercado catarinense apresentaram queda de 1,8% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Nos 20 primeiros dias do m\u00eas de janeiro 2025 o movimento de baixa continua, influenciado pela boa perspectiva da produ\u00e7\u00e3o na atual safra do Brasil e Argentina, al\u00e9m de outros fatores, como a estimativa da produ\u00e7\u00e3o mundial e expectativas em torno das rela\u00e7\u00f5es EUA e China.<\/p>\n\n\n\n<p>Na safra atual, os levantamentos realizados pela Epagri\/Cepa apontam para um aumento de 2,09% da \u00e1rea plantada, alcan\u00e7ando 768,6 mil hectares na primeira safra. A produtividade m\u00e9dia esperada dever\u00e1 ter um incremento de 9,32%, chegando a 3.771kg\/ha. Com isso, espera-se um aumento de 12,2% na produ\u00e7\u00e3o e no volume colhido de aproximadamente 2,91 milh\u00f5es de toneladas de soja na 1\u00aa safra.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-alho\"><strong>Alho<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>No m\u00eas de dezembro o pre\u00e7o do alho se manteve em ligeira eleva\u00e7\u00e3o. O pre\u00e7o m\u00e9dio do alho classes 4-5 pago ao produtor catarinense foi de R$17,50\/kg, aumento de 2,05% em rela\u00e7\u00e3o a novembro. Nas primeiras semanas de janeiro as cota\u00e7\u00f5es baixaram 5,71%.<\/p>\n\n\n\n<p>De janeiro a dezembro, as importa\u00e7\u00f5es foram de 145,52 mil toneladas, um aumento de 26,50 % em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. O aumento das importa\u00e7\u00f5es no ano foi decorrente da menor produ\u00e7\u00e3o na Regi\u00e3o Sul na safra 2023\/24 e pelo aumento do consumo interno.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cebola\"><strong>Cebola<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A grande oferta de cebola no mercado nacional afeta fortemente as cota\u00e7\u00f5es da hortali\u00e7a. O pre\u00e7o m\u00e9dio da cebola pago ao produtor catarinense em dezembro e in\u00edcio de janeiro, embora tenha ocorrido aumento em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas de novembro, foi abaixo do custo m\u00e9dio estimado para o estado, que \u00e9 de R$ 1,68\/kg. A cebola caixa 3 teve cota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de R$21,31\/sc de 20kg em dezembro e R$24,67\/sc de 20kg em janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Santa Catarina, a colheita da safra da cebola se encaminha para o final. Em 14 de dezembro a colheita j\u00e1 atingia 77%&nbsp; da \u00e1rea plantada. A estimativa atual de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de 556 mil toneladas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-bovinos\"><strong>Bovinos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Os pre\u00e7os do boi gordo encerraram o ano de 2024 com predomin\u00e2ncia de altas, n\u00e3o obstante a desacelera\u00e7\u00e3o desse movimento em dezembro. Em Santa Catarina, o pre\u00e7o m\u00e9dio estadual do boi gordo fechou o ano em aproximadamente R$323,00, alta de 28% na compara\u00e7\u00e3o com o valor de dezembro de 2023 (corrigido pelo IGP-DI).<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com os dados preliminares da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc), em 2024 foram produzidos e abatidos nos frigor\u00edficos do estado um total de 685,1 mil cabe\u00e7as, alta de 11,5% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de 2023.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-frangos\"><strong>Frangos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Santa Catarina exportou 1,17 milh\u00e3o de toneladas de carne de frango em 2024 \u2013 alta de 5,7% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es do ano anterior. As receitas foram de US$ 2,29 bilh\u00f5es \u2013 alta de 0,2%<strong>&nbsp;<\/strong>em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s do ano anterior.<strong>&nbsp;<\/strong>Em termos de receitas, no ano passado o estado registrou o melhor resultado de toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica. O montante exportado em 2024, por sua vez, \u00e9 o terceiro melhor j\u00e1 registrado, somente menor dos embarques realizados em 2019 e 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>Santa Catarina foi respons\u00e1vel por 23,5% das receitas geradas pelas exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de carne de frango em 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com os dados preliminares da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc), em 2024, o estado produziu um total de 881,1 milh\u00f5es de frangos, crescimento de 1,2% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de 2023.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-suinos\"><strong>Su\u00ednos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Santa Catarina exportou 719,4 mil toneladas de carne su\u00edna em 2024, alta de 9,3% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. As receitas foram de US$ 1,70 bilh\u00e3o, crescimento de 8,0% na compara\u00e7\u00e3o com as de 2023. Estes s\u00e3o os<a href=\"https:\/\/www.epagri.sc.gov.br\/index.php\/2025\/01\/09\/santa-catarina-bate-recorde-na-exportacao-de-carnes-em-2024\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;<strong>melhores resultados<\/strong><\/a>&nbsp;registrados desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p>Santa Catarina foi respons\u00e1vel por 55,0% da quantidade e 56,7% das receitas das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de carne su\u00edna em 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo como os dados preliminares da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc), em 2023 foram produzidos e destinados ao abate um total de 17,85 milh\u00f5es de su\u00ednos, queda de 0,6% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de 2023.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-leite\"><strong>Leite<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Segundo os dados dos levantamentos da Epagri\/Cepa, o pre\u00e7o m\u00e9dio aos produtores catarinenses de 2024 foi de R$2,60\/litro, maior n\u00e3o apenas do que o pre\u00e7o de 2023, como de toda s\u00e9rie hist\u00f3rica. Al\u00e9m disso, o ano de 2025 come\u00e7a com pre\u00e7os aos produtores sensivelmente melhores do que o do in\u00edcio de 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelas proje\u00e7\u00f5es da Epagri\/Cepa, a quantidade de leite adquirida ser\u00e1 1,6% maior do que a de 2023 e 4,5% maior do que a de 2022, o que sinaliza positivamente para a produ\u00e7\u00e3o de 2025 e ilustra a competitividade de boa parte do setor leiteiro nacional, que, mesmo num quadro de elevadas importa\u00e7\u00f5es, conseguiu recuperar parte da produ\u00e7\u00e3o perdida de 2020 para 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>De 2023 para 2024, as importa\u00e7\u00f5es brasileiras apresentaram um comportamento pouco comum: decresceram em quilos de l\u00e1cteos e d\u00f3lares e aumentaram em litros de leite equivalente. As exporta\u00e7\u00f5es cresceram significativamente, em quilos de l\u00e1cteos, d\u00f3lares e litros de leite. Com o crescimento em litros de leite, as importa\u00e7\u00f5es representaram 8,4% da oferta total de leite inspecionado no Brasil. Essa participa\u00e7\u00e3o \u00e9 recorde dos anos recentes, mas ainda longe dos anos de 1990, quando a depend\u00eancia nacional de leite importado era mais significativa que atualmente. O recorde foi em 1999, quando representaram 15,7% da oferta total.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tabaco\"><strong>Tabaco<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Na safra 2023\/24, Santa Catarina produziu 158 mil toneladas de tabaco, equivalente a 29,6% da produ\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o Sul, em uma \u00e1rea de 86 mil hectares. A variedade Virg\u00ednia predominou, com 92% do total.<\/p>\n\n\n\n<p>Chuvas acima da m\u00e9dia impactaram negativamente o cultivo, reduzindo a produtividade m\u00e9dia em 28,1% (1.784 kg\/ha). O pre\u00e7o m\u00e9dio pago aos produtores foi de R$23,00\/kg, um aumento de 24,6% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra anterior. As principais microrregi\u00f5es produtoras foram Canoinhas (46,5%), Rio do Sul (13,3%) e Ituporanga (12,6%).<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2014 e 2024, houve decl\u00ednios anuais de 3,7% na \u00e1rea plantada e 4,6% na produ\u00e7\u00e3o. Para 2024\/25, projeta-se um crescimento de 11,8% na \u00e1rea cultivada (94,2 mil hectares) e um aumento de 49,8% na produ\u00e7\u00e3o, podendo chegar a 225 mil toneladas. Contudo, as negocia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os entre produtores e empresas fumageiras permanecem em aberto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia SECOM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A \u00e1rea de cultivo do milho em SC diminuiu 11,3%, mas a produtividade aumentou 25% em compara\u00e7\u00e3o com a safra passada. 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