O cooperativismo segue sendo um dos principais motores do desenvolvimento regional, especialmente no agronegócio catarinense. Em artigo assinado pelo presidente da Cooperalfa, Romeo Bet, o modelo cooperativista é destacado como uma ferramenta essencial para gerar oportunidades, fortalecer quem produz alimentos e promover crescimento coletivo.
Segundo Romeo Bet, o maior patrimônio do cooperativismo está nas pessoas. Mais do que um modelo de negócios, ele representa uma forma de construir desenvolvimento, ampliar a participação dos produtores e criar condições para que o campo siga forte, competitivo e preparado para o futuro.
Na avaliação do presidente, a missão da Cooperalfa é gerar valor ao agronegócio em benefício do quadro social, garantindo ao cooperado segurança, competitividade e perspectivas de crescimento. Ele reforça que o grande diferencial do cooperativismo está justamente no sentimento de pertencimento, já que o produtor não é apenas fornecedor ou cliente, mas também dono da cooperativa e participante direto dos resultados.
Romeo Bet destaca que essa relação fortalece toda a cadeia produtiva. Cabe à cooperativa oferecer suporte técnico, informação, inovação e acesso às melhores tecnologias, permitindo que o produtor acompanhe a evolução do setor, aumente a produtividade e entregue matérias-primas com elevado padrão de qualidade.
O artigo também ressalta a função social do cooperativismo agropecuário. Ao garantir assistência técnica, comercialização, remuneração justa e participação nos resultados, o modelo cooperativista oferece condições para que o produtor permaneça no campo com dignidade, rentabilidade e perspectivas para as próximas gerações. Conforme o texto, quando o agricultor prospera, toda a comunidade cresce junto.
Os impactos positivos, segundo Romeo Bet, ultrapassam os limites das propriedades rurais. O fortalecimento da produção movimenta o comércio, impulsiona a indústria, gera empregos, amplia a arrecadação dos municípios e promove qualidade de vida para milhares de famílias, mostrando que um agro forte significa também uma economia regional forte.
No Oeste Catarinense, o presidente da Cooperalfa aponta que essa realidade se fortalece ainda mais por meio da integração entre cooperativas. Ele cita a parceria com a Aurora Coop como um exemplo bem-sucedido desse modelo, permitindo agregar valor à produção de grãos, leite e proteínas animais por meio da industrialização e da comercialização.
Romeo Bet lembra ainda que Santa Catarina se consolidou como uma das maiores referências nacionais em produção e exportação de alimentos, resultado da confiança construída entre cooperados e cooperativas, da assistência técnica permanente, do compromisso com a qualidade e da capacidade de inovação desenvolvida ao longo das décadas.
Outro ponto destacado no artigo é o papel das cooperativas na formação das pessoas. Conforme o presidente, o cooperativismo investe continuamente em programas sociais, educacionais e de capacitação, levando conhecimento, incentivando a sucessão familiar e preparando os produtores para as transformações tecnológicas do futuro.
Ao concluir, Romeo Bet reforça que a força do cooperativismo não está apenas nos números, mas na união entre produtores, colaboradores, dirigentes e equipes técnicas que trabalham com um objetivo comum: fortalecer o campo e gerar prosperidade para toda a sociedade.
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