Comércio de Santa Catarina cresce mais que o dobro da média nacional no início de 2026
Comunidade Notícias

Estado registra avanço de 7,2% no varejo ampliado no primeiro bimestre, impulsionado por setores como veículos, materiais de construção e atacado especializado.

Foto: ssessoria de Comunicação Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços

Santa Catarina começou 2026 com forte desempenho no comércio e voltou a se destacar no cenário nacional. De acordo com dados divulgados pelo IBGE e repercutidos pelo governo do Estado, o varejo ampliado catarinense cresceu 7,2% no primeiro bimestre do ano, desempenho que ficou mais que o dobro da média nacional, que foi de 3,1% no mesmo período.

O resultado reforça a força da economia catarinense e mostra que o setor comercial segue aquecido em diferentes frentes. O chamado varejo ampliado reúne, além do comércio tradicional, segmentos de grande peso econômico, como veículos, motos, partes e peças, material de construção e o atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo.

Entre os principais destaques de Santa Catarina neste início de ano estão justamente os setores ligados à venda de veículos, materiais de construção e também o comércio atacadista especializado. O desempenho é visto como reflexo de uma economia regional diversificada, com consumo aquecido e atividade empresarial em bom ritmo. Essa leitura é uma inferência a partir dos setores destacados nos dados oficiais.

O avanço do comércio tem peso importante porque movimenta diretamente o mercado de trabalho, a arrecadação e a renda nas cidades catarinenses. Quando o varejo acelera, ele arrasta junto uma série de engrenagens da economia real, da indústria ao transporte, do crédito ao consumo do dia a dia. Essa interpretação decorre do papel estrutural do comércio no funcionamento da economia.

O desempenho acima da média nacional também reforça o momento positivo vivido por Santa Catarina em diferentes indicadores econômicos. Nos últimos meses, o estado vem aparecendo com frequência entre os destaques nacionais em áreas como indústria, emprego, exportações e atividade empresarial, o que ajuda a explicar a força do comércio neste começo de 2026. Essa conexão é uma inferência baseada no conjunto de indicadores econômicos recentes do estado.