Foi a época em que um diploma resolvia. Foi a época em que uma certificação fazia diferença na hora da seleção para o mercado de trabalho. As coisas mudaram muito de rumo nos últimos tempos. Não basta ter somente diploma, precisa ter muito mais, precisa ter discernimento e visão futurista, além de muito conhecimento e experiência, ser visionário e ter capacidade de criação e trazer inovação para dentro da empresa.

 

O diploma, sem dúvidas, é uma das grandes conquistas dos jovens que pretendem ingressar em uma carreira profissional. Acontece que a construção de uma carreira sólida já faz tempo que está mudando de rumo. Os novos profissionais precisam de outras competências, além de fazer uma boa faculdade. É preciso crescer como solucionador de problemas, sair da sua zona de conforto para dedicar grande parte do seu tempo ao estudo humano, e isso não está sendo fácil para as novas gerações protegidas e criadas em cima de uma máquina, porém o mundo está dando uma grande reviravolta que hoje está demais valorizada e vai aterrissar novamente nas bases humanas, basta olhar a grande procura por cursos nesta área. Estamos vendo isso por força da pandemia, como estamos carentes de colo e de abraços, por mais que queiramos mudar o rumo das coisas os sentimentos afloram para esta grande necessidade básica.

 

E não é só isso! Foi-se o tempo em que o diploma classificava os candidatos para uma vaga na hora de disputar uma boa colocação no mercado de trabalho. As coisas estão tendo rumos diferentes e, por incrível que pareça, quem deveria observar e mudar está indo na contramão, que é o próprio sistema educacional que ainda não aprendeu e seleciona os candidatos ao magistério, quem se apresentar com o maior envelope de certificados.

 

Hoje, as empresas passam por muitas mudanças, precisam de profissionais que tenham habilidades, para se adaptar rapidamente às regras e às circunstâncias do mercado global. Tem mais espaço no mercado atualmente quem fala duas línguas do que com dois diplomas. Hoje, quanto mais complemento prático e atualizado, melhor, pois uma das qualidades mais valorizadas pelo mercado é a capacidade de adaptação às mudanças circunstanciais. O funcionário valorizado é aquele que consegue trazer coisas novas para dentro da empresa, que saiba sair dos quadrados mentais e das ideias preconcebidas.

 

Não quero com isso dizer que não se deve fazer uma faculdade, não me entendam mal, precisa fazer sim, e muito! Porém, não podem esquecer que a faculdade é apenas uma base de certificação, mas não serve mais como era no passado a grande referência. Os alunos precisam ir muito além dos bancos acadêmicos para ganhar espaço neste concorrido mercado de trabalho e para isso necessitam com urgência sair da zona de conforto.

 

Até a próxima!