Parece ser mais fácil escolher em quem não votar do que em quem votar! Pois o correto seria podermos votar em todos que se apresentassem, considerando que a intenção seria a de servir e não de ser servido.

 

Após ouvir muitas propostas dos candidatos que estiveram nos debates e nas entrevistas nos meios de comunicação em diversas cidades, mesmo não sendo da minha cidade, até para fazer uma comparação, aí que fiquei com mais dúvidas ainda? Em quem votar! Valho-me do que diz o Instituto da Cidadania sobre alguns critérios de indicação de candidatos.

 

Primeiro seria obrigação dos candidatos terem currículo impecável e ficha limpa em todos os sentidos, que não é o caso de muitos que estão se apresentando para nos governar.

 

Prestem atenção nas propagandas eleitorais as explicações quando os candidatos falam ou tentam detalhar suas propostas, poucos deles estão sendo capaz de articular mais de três frases numa mesma oração, com começo, meio e fim. No mínimo conhecer um pouco de oratória e de matemática elementar, onde a soma de dois mais dois acaba em quatro.

 

São poucos os que não têm vínculos ou parentes já detentores de mandato, pois existem famílias inteiras que vivem do erário político há muitos anos sempre buscando mais soluções próprias do que da comunidade que representam. Em seus discursos são poucos que falam de sua vida pública, do que já tenham feito algo de útil em favor da comunidade, e não do que irão fazer, pois quem não fez até aqui, não vai fazer depois.

 

Outro detalhe importante que os eleitores têm que observar é que o seu candidato, seja identificado com a comunidade, jamais votar em candidatos sem este comprometimento e que seja conhecedor da geografia do território, bairro, e da população que querem representar.

 

Que sejam minimamente alfabetizados para além de saber escrever o nome, assinar o recibo do holerite, entender o que precisam ler e serem fiéis ao partido filiado, pois quem não for fiel ao partido não vai ser com seu eleitor. Têm candidato que muda de partido como de camisa, sem nenhum compromisso com causas, programas, políticas públicas, que não sejam a sua própria sobrevivência no poder.

 

Como sobram poucos com estes requisitos. A pergunta continua. Em quem votar? Vou procurar alguém que seja menos ruim. Já é um primeiro passo.

 

Ruy Barbosa já escreveu há mais de um século: enquanto os competentes e honestos se omitem estaremos dando espaço à incompetência e aos corruptos.

 

Até a próxima.