O sentimento de insatisfação ou raiva é corriqueiro na vida das pessoas, mas não faz nada bem para quem sente. A raiva pode se apresentar inesperadamente e chega a causar brigas. Quantas você não manifestou esse sentimento após uma discussão ou ao discordar com alguém? A gente nem percebe, mas de repente ela aparece e causa estragos. Esse foi o tema da última etapa de formação das Mulheres Cooperativistas deste ano.

Na semana passada, aproximadamente 150 pessoas participaram de palestra ministrada por Patrícia Santos, especialista em Gestão Estratégica de Vendas, Administração de Empresas e Gerenciamento da Raiva. As atividades aconteceram em dois dias, na terça-feira (05/11) em Iporã do Oeste, e na quinta-feira (07/11) em Palmitos. Na oportunidade, além das mulheres, seus maridos também participaram.

Segundo o setor social, o objetivo é dar uma nova perspectiva sobre emoções, aprender como trabalhar os sentimos de forma positiva, saudável e apropriada, por isso, a última etapa de formação foi pensada para os casais. Para o presidente da Cooper A1, Elio Casarin é o trabalho social que diferencia uma cooperativa de outras empresas, para ele ter os casais juntos na formação fortalece os laços da família.

O vice-presidente, gerente geral da Cooper A1, Lauri Slomski também falou sobre a importância de mudança e melhoramento pessoal. “Precisamos nos aperfeiçoar para não ficarmos para trás. Assim também temos mais chances de obter sucesso”. Para o diretor, o cooperativismo é família, quando os cooperados estão felizes, isso reflete na cooperativa.

Programa Mulheres Cooperativistas

Desenvolvido em parceria com o Sescoop/SC, o programa é voltado para as cooperadas, esposas ou filhas de cooperados da Cooper A1 e objetiva capacitar e prepara estas mulheres para atuarem de forma participativa no quadro social das cooperativas. Como método de trabalho a priorização da educação humanizada, com trabalhos de convivência grupal e interação.